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Cultura

A “Francesinha” é um prato típico do Porto e muito apreciado em todo o Norte de Portugal!

A francesinha tem a forma de um sanduíche e é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e  bife de carne de vaca, coberta com queijo posteriormente derretido. É guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovo estrelado (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos.

Essa Francesinha da foto foi degustada pela equipa do VPDICAS. A opção foi sem o ovo e as batatas fritas, entretanto, a paisagem complementou o prato, pois foi às margens do Rio Caldo, Terras do Bouro, no vale incrível do Parque Nacional de Peneda Gerês!

A francesinha tem a forma de um sanduíche e é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca, coberta com queijo posteriormente derretido. É guarnecida com um milho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovo estrelado (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos.

Francesinha com ovo e batatas fritas

Fama

Foi considerada pelo Sol Travel, um mega portal norte-americano sobre destinos turísticos e lazer, um dos 10 melhores sanduíches do mundo, bem como pelo ‘site’ britânico “The Culture Trip”  e pela prestigiada revista espanhola de viagens “Condé Nest Traveller”.

Rio Douro

História

A sua criação tem raízes populares e muitas histórias rodam à volta deste petisco famoso. Com frequência e reunindo algum consenso, atribui-se a sua criação a Daniel David Silva, minhoto de Terras do Bouro, que após estar emigrado, traz as influências do croque-monsieur, confeccionando-o por volta de 1953 na Regaleira, restaurante da rua do Bonjardim no Porto, que ainda hoje serve a iguaria, publicitando-se como local de origem da mesma.

O nome Francesinha, reza a história, deve-se ao facto de Daniel David Silva afirmar que “a mulher mais picante que conheço é a francesa”.  A partir daqui muitas histórias se contam, inclusive que um empregado da Regaleira, saiu com o segredo do molho, em 1963, para o Restaurante Mucaba, em Vila Nova de Gaia, começando a expansão da criação gastronómica de Silva.

Outra das teorias sobre a origem do prato remonta-o ao contexto da Guerra Peninsular, afirmando que as tropas napoleónicas, costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo À época, no entanto, não incluíam um complemento que os portuenses passaram acrescentar – o molho.

Fonte, referências: Wikipédia

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