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Riquezas do Oeste

Júlio é o Diretor de Marketing do VPDicas,  e ele tem um olhar muito apurado para tudo o que pode ser transformado em filme…pudera, ele também é um “Guião”, ou como se fala em sua terra natal, o Brasil, “Roteirista”.  Disse-me: – Ivete, a história desse “Senhor das Ginjas”, o senhor Dario dá um belo filme. E mostrou-me o site dele e também concordei, é mesmo uma bela história! Mas antes de falar do seu produto e sua paixão, fomos saborear uma garrafa de Ginja de sua fabricação. Simplesmente maravilhoso esse Licor! Vale à pena compartilhar com vocês essa linda História familiar e laboral do Senhor Dário, da filha Marta Pimpão e da deliciosa Ginja Oppidum.

 

OPPIDUM

Rubro desde 1987

Não é ouro. É carmim.

Quando o Sr. Dário decidiu continuar a arte do pai, não queria apenas que aquela desse frutos. Desses ocuparam-se as gerações anteriores, comercializando a produção local de ginjas, famosas pela sua qualidade ímpar, para fornecer os mais renomados licoristas sitos (ainda hoje) em Lisboa e em Alcobaça. Queria transformá-los num produto nobre, muito acima da média, sem adições prescindíveis e frivolidades próprias da época, esse tempo em que os corantes artificiais eram uma mais-valia, exibida com orgulho num selo dourado em tudo o que era rótulo.

Foram os conhecimentos herdados por tradição oral. Foi uma acesa paixão pela terra e tudo o que a envolve num abraço. Foi o desejo de ver reflectida em tons rúbeos do melhor licor de ginja toda uma cultura muito própria. Neste cume sobranceiro à Lagoa de Óbidos cabe um Oeste inteiro. E sabe a Portugal de Outros Tempos.

Oppidum nasce, com a devida humildade, em 1987. Não cresceu com desejos de grandeza, mas sim com o refinamento do palato de um público cuja exigência cresce na mesma medida de uma oferta cada vez mais vasta. Mas onde a singularidade mingua. Continuará a ser sempre esse o emblema da Oppidum. A melhor entre as melhores. Não é ouro. É carmim.

Dário & Marta Pimpão

Dário e Marta

Conhecer os Pimpão de ginjeira genealógica

É fácil imaginar Marta, ainda menina, correndo por entre os ginjais a perder de vista, charnecas e vales para lá do parco casario do Sobral da Lagoa. Dário, seu pai, que havia feito o mesmo na sua infância, afadigava-se agora entre colheita, maceração e engarrafamento.

Mas sobrava tempo para a outra grande paixão de ambos. O mar, num radical grito de desapego à terra, foi sempre o destino de ambos, percorrido entre Peniche e as Berlengas, a salinidade a litigar com o licoroso no palato, porque agridoces são os dias de quem não faz o que ama. O irrevogável apelo levou Marta Pimpão a
tornar-se bióloga marinha. Não exerce. Dário Pimpão passou as rédeas de todos os seus conhecimentos, segredos incluídos, à sua descendência, tal como o seu pai havia feito.

Agora pode levar a cabo, como modo de vida, o que sempre fez quando podia, assim que podia. Dias inteiros de pescaria, avistamento de golfinhos, a serena vida de um remanso de missão cumprida. Bem vistas as coisas, um brinde diário.

Quer saber mais?

contato@vpdicas.com

Fonte: site ginjadeobidos.com

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